AGUARDE
06 novembro 2014

10 anos do Fabio Fabuloso

Uma celebração do filme de surfe mais premiado da história

  Alguns personagens que trabalharam silenciosamente por trás das câmeras, tiveram um papel fundamental no processo de realizar uma obra como Fábio Fabuloso.   Zózi Mendes era diretor de marketing da Hang Loose quando Alfio Lagnado, dono da empresa, chegou com a ideia pronta. Peguei o final do processo, participei das ações de lançamento De todo o processo, o que acho mais relevante falar, foi a repercussão das pessoas que não tinham a minima relação com surfe, que assistiram e se surpreenderam com o filme. O premio da Revista Bravo, que não foi dado o devido valor Foi o melhor filme do ano, quem escolheu nem sabia o que é surfe. Quem ganhou foi um filme, documentário, não um filme de surfe Zozi e seu assistente Tom Toledo, atual diretor de Marketing da Hang Loose criaram o cartaz do filme e todas peças de divulgação. Foi o todo que fez a diferença, roteiro, narrativa, montagem, trilha sonora, direção de arte, peças de divulgação (selecionadas para o catálogo e expo na bienal da ADG, assoc brasileira de design gráfico) E claro, o personagem. Foi inesquecível o público, nata da cultura deste país, aplaudindo 3 surfistas, na gala do palco da Sala SP. Fabio Fabuloso fez história, é referência. Achei que fizemos um erro na divulgação, deveríamos ter colocado, apenas 1 semana em cartaz, talvez tivéssemos mais retorno e ficaria mais tempo nas salas. As pessoas não entenderam o processo e pensaram, na semana que vem eu vou ver o filme... Estão acostumados com filmes que ficam por semanas a fio em cartaz. Fui voto vencido na reunião da Lumière. Fabio Fabuloso mostrou que existe muito mais do que ondas na vida dos surfistas, que a água salgada que corre na veia de alguns surfistas pode produzir conteúdo de qualidade. Que por baixo de um cabelo parafinado, existe vida inteligente.      

O premiado Cartaz do filme

    Sem Tripé nem Cabeça foi o embrião do programa que Fabio Gouveia tem hoje no Canal Woohoo, Raieite sem tripé.

Melhor documentário brasileiro pelo público da 28a Mostra BR de Cinema, realizada em São Paulo. Melhor documentário no Festival do Rio de 2004, eleito pelo júri popular. Vencedor do I Festival Internacional de Cinema Surf, realizado no Museu da Imagem e do Som em São Paulo. Eleito melhor filme nacional no 1º Prêmio Bravo! Prime de Cultura em 2005.

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