AGUARDE
24 janeiro 2018

Na nova série do canal Woohoo, Bruno Santos e Guilherme Satt encaram condições extremas

“Este local… o surfe… não é para quem tem coração fraco. Se embarcamos nessa, iremos em busca de algumas das ondas mais hardcore que se pode encontrar. É um local isolado, perigoso e estaremos desafiando condições poderosas”. – Ted Grambeau

The Search é a nova série do Canal Woohoo que vai ao ar um episódio inédito toda segunda feira às 21:30.

Nesse episódio, o fotógrafo australiano Ted Grambeau que realizou durante as últimas três décadas um catálago de ondas com base num estudo do mapa-mundi e das ondulações. Com esse conhecimento, ele se deu conta que uma ondulação consistente iria atingir uma ilha vulcanica no meio do Pacífico e que essa seria a chance de registrar o lugar.

Com o tempo correndo contra ele, Ted acionou a equipe da Rip Curl em Torquay, Austrália, e a marca aceitou entrar nessa aventura em busca de ondas desconhecidas. Para a missão, a Rip Curl acionou na América do Sul o brasileiro Bruno Santos e o chileno Guilherme Satt. 

Além dos três também embarcou nessa viagem o cinegrafista Jon Frank. 48 horas após a ligação de Ted, já estavam todos desembarcando nesse destino sem saber o que iam encontrar.

“Foi uma espécie de drama, porque só quando você chega no litoral consegue perceber onde está e como realmente estão as condições, já que não há ninguém por perto para te passar um report. É provavelmente uma das costas mais expostas que existe e ela não é nem um pouco amigável”, Ted.

Quem ficou responsável por dar suporte a eles nesse lugar foi outro brasileiro, o Alemão de Maresias, que já conhecia a região. Com os pés em terra firme, o grupo seguiu para o lado da ilha que tem uma baía cercada por penhasco. De cima, a esquerda que quebrava perfeita parecia um sonho, mas domá-la, não foi tão fácil.

Somente quando Bruninho e Guilherme entraram na água se deram conta que as ondas,  que pareciam ter uns dois metros na verdade tinham de três a quatro. A entrada e a saída desse pico foi uma aventura a parte. Para surfar era preciso pular de uma pedra de pouco mais de seis metros e para sair do mar, somente escalando.

Esse cenário assustador para muitos surfistas, até do circuito da elite mundial, se repetia em outros picos da ilha. De olho na previsão dos ventos, os ventos indicavam se o surfe ia rolar ou não e quando não estavam na água, Bruno Santos, Guilherme Satt e a equipe da viagem aproveitavam para mergulhar na cultura e na paisagem desse lugar.

 

Horários alternativos:

Terça-feria - 03:00 / 15:15 / 23:15

Quarta-feira - 9:15

Quinta-feira - 19:00

Sexta-feira - 13:00 / 19:30

Sábado - 20:30

Domingo - 03:00 / 11:15 / 22:45

 

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