AGUARDE
23 agosto 2018

CT 2018: Medina X Toledo

Disputa pelo título do CT promete fortes emoções com o duelo entre Gabriel Medina e Filipe Toledo

Com quatro etapas pela frente, a briga pelo titulo mundial do CT 2018 possui muitas possibilidades matemáticas, mas realisticamente falando, a corrida está concentrada entre Filipe Toledo, Gabriel Medina e Julian Wilson. De carona com o atual momento do surfe brasileiro, a redação do canal optou por tirar o australiano dessa analise e focar somente nos paulistas, que prometem um duelo de titãs nessas próximas provas. 

No inédito desafio no Surf Ranch, que favorece competidores com estilo mais moderno, tanto Filipe Toledo quanto Gabriel Medina possuem capacidade de vencer. Porém quando recorremos a história, o campeão de 2014 leva vantagem já que ele venceu o Future Classic em 2017, justamente numa final contra Filipe, e surfou melhor no Founders Cup, que rolou em maio desse ano.

Da piscina de ondas do Kelly Slater o circuito da elite mundial de surfe segue para a perna europeia e nessas duas etapas Gabriel mais uma vez tem melhores resultados. De 2013 até 2017, Gabriel venceu duas vezes na França, foi vice outras duas e terminou em 5º lugar em 2014, seu pior desempenho no período analisado. Já Filipe vem de uma recordação não tão boa de Hossegor. Isso porque no ano passado ele foi eliminado de cara, assim como em 2015. O melhor desempenho do Filipe na prova francesa foi em 2013, justamente na estreia dele entre os melhores do mundo, quando ele fez uma excelente atuação e só parou na semifinal justamente para Medina.

Em Portugal o número de vitórias é igual: uma para Filipe em 2015 e outra para o Gabriel no ano passado… Apesar de uma leve vantagem para o Gabriel podemos dizer que a 10ª prova está equilibrada entre os dois. Caso a decisão do título mundial de 2018 fique para a etapa final em Pipeline, no Havaí, Gabriel Medina mais uma vez leva vantagem se analisarmos o que a dupla já apresentou na onda mais famosa do mundo. Enquanto Medina fez duas finais consecutivas e já protagonizou momentos épicos tanto na esquerda de Pipe, quanto na direita de Backdoor, Filipe só chegou até as quartas de final e visivelmente não tem a mesma intimidade que o campeão mundial de 2014 com a onda havaiana. Porém, pode surpreender, principalmente se as direitas do Backdoor foram as protagonistas, onde ele inclusive já conquistou uma nota 10. Agora é esperar e torcer para o título mundial volte para o Brasil.

 

RETROSPECTO

SURF RANCH (EUA):

2017 - Future Classic

Gabriel Medina - campeão

Filipe Toledo - vice-campeão

 

HOSSEGOR (FRA):

2017

Gabriel Medina - campeão

Filipe Toledo - 25º colocado

 

2016

Gabriel Medina - vice-campeão

Filipe Toledo - 5º colocado

 

2015

Gabriel Medina - campeão

Filipe Toledo - 25º colocado

 

2014

Gabriel Medina - 5º colocado

Filipe Toledo - 9º colocado

 

2013

Gabriel Medina - vice-campeão

Filipe Toledo - 3º colocado

 

PENICHE (POR):

2017

Gabriel Medina - campeão

Filipe Toledo - 25º colocado

 

2016

Gabriel Medina - 13º colocado

Filipe Toledo - 13º colocado

 

2015

Gabriel Medina - 5º colocado

Filipe Toledo - campeão

 

2014

Gabriel Medina - 13º colocado

Filipe Toledo - 5º colocado

 

2013

Gabriel Medina - 5º colocado

Filipe Toledo - 13º colocado

 

PIPELINE (HAV):

2017

Gabriel Medina - 5º colocado

Filipe Toledo - 25º colocado

 

2016

Gabriel Medina - 13º colocado

Filipe Toledo - 9º colocado

 

2015

Gabriel Medina - vice-campeão

Filipe Toledo - 13º colocado

 

2014

Gabriel Medina - vice-campeão

Filipe Toledo - 5º colocado

 

2013

Gabriel Medina - 13º colocado

Filipe Toledo - 25º colocado

Tags:
COMPARTILHAR