AGUARDE
14 maio 2015

Entrevista Exclusiva com Igor Adamovich da banda P9

Cantor fala do quanto gosta de Pink Floyd e diz estar mais focado depois do nascimento de seu filho

Um dos integrantes da boy band P9, o carioca Igor Adamovich tem 20 anos e é cheio de paixões: a música, o surfe, o skate e, mais recentemente, seu filho Antonio. Em entrevista exclusiva ao woohoo.com.br, ele revelou seus projetos para o futuro e como lida com a dupla jornada de ser músico e pai.

Igor alcançou o sucesso na banda P9. Foto: Reprodução Instagram

Igor alcançou o sucesso na banda P9. Foto: Reprodução Instagram


Como e quando começou a sua relação com a música?

Começou quando eu tinha 8 anos. Eu tive que tocar piano numa novela, e minha mãe me ensinou a tocar a música. E eu comecei a minha relação ali.

Você se inspira em alguém para fazer o seu trabalho?

Eu me inspiro em várias bandas de rock dos anos 60, 70. Gosto de Pink Floyd, de Led Zeppelin, Red Hot Chili Peppers também

Você um dia imaginou que faria parte de uma banda de sucesso?

Não, sempre achei que eu ia trabalhar com outras coisas, mas quando eu comecei a fazer música, eu levei como hobby e deu certo, graças a Deus.

Ser pai me leva pra frente.


Como você e os outros integrantes da banda P9 se conheceram?

Eu já conhecia o Michael, porque a gente surfava junto na Prainha. Aí depois a gente fez uns testes de seleção e achou o Jonathan e o Gui.

Por que a banda se chama P9?

É uma relação que a gente faz com o estilo de vida do posto 9 de Ipanema, que é o nosso estilo de vida: surfe, skate, praia, esporte, vida saudável

A banda abriu os shows do Justin Bieber e do One Direction no Brasil. Como foi essa experiência?

Foi muito bom. Foi ótimo pra gente, acho que abriu muitas portas A gente adorou fazer, conheceu todos eles né, então a gente teve contato, lidou com públicos incríveis. Por algumas horas, a gente viveu o que eles vivem e isso é bom pra caramba.

Jonathan, Gui, Michael e Igor. Foto: Giuliano Cecatto

Jonathan, Gui, Michael e Igor. Foto: Giuliano Cecatto


Você se incomoda com o assédio das fãs?

Não me incomodo porque acho que é tranquilo. Não tem um assédio toda hora, entende? São lugares específicos, então dá pra ficar bem tranquilo.

A banda já ganhou alguns prêmios. O que passou na sua cabeça quando soube disso?

Acho que ali foi o auge da minha carreira, porque a gente ganhou prêmios importantes no nosso país: Prêmios Jovem, Meus Prêmios Nick - a gente fechou Meus Prêmios Nick. Então eu estava vendo que ali a gente era merecedor, a gente não era uma banda qualquer.

O que você sentiu quando escutou a sua música na televisão pela primeira vez?

A gente logo começou com a música na novela né, então a gente viu ali que o resultado era verídico, tudo aquilo que a gente estava apostando, no nosso futuro Então foi muito legal.

Fala da sua relação com o surfe: como começou, os lugares que você gosta de surfar

Eu surfo desde pequeno com o meu pai. Ele me levava pra Prainha e até hoje eu só vou pra lá De vez em quando eu caio na Barra (Posto 5). Já fiz umas viagens de surfe também, fui pra Itacaré (BA), pra Itamambuca (SP), só nacional Amo surfar, gosto de surfar todo final de semana, acho que é um esporte que me faz bem porque é muito mais lazer do que esporte pra mim, na verdade. O surfe é uma terapia para o meu dia a dia.

Você tem algum surfista favorito?

O Rob Machado é o meu surfista favorito. Eu gosto do estilo dele, da forma que ele surfa, um surfe mais old school.

Você pratica algum esporte, além do surfe? Qual?

Eu dou um rolé de skate também. Gosto de andar no bowl pra caramba Ali na Praça do Ó Amo skate, me amarro.

Surfe é a sua terapia. Foto: Reprodução Instagram

Surfe é a sua terapia. Foto: Reprodução Instagram

Quais são os seus projetos para o futuro?

Estou fazendo produção musical e faculdade de publicidade. Então estou planejando trabalhar com música nesses dois ramos: produzir meu próprio som, separadamente, vender uns beats, talvez, e fazer publicidade junto.

Você se tornou pai muito jovem. Como consegue conciliar a carreira de cantor e ser pai?

Eu concilio isso de forma que eu tento estar sempre com o meu filho. Eu trabalho normalmente no final de semana, então eu tento conciliar a maior parte do meu tempo com o Antonio e quando é trabalho é trabalho, não tem jeito. Eu vou trabalhar e depois volto morrendo de saudade dele. Acho que é uma responsabilidade a mais, mas ser pai me motiva muito a trabalhar, eu fico mais focado. Ser pai me leva pra frente nisso.

Igor e seu filho, Antonio. Foto: Reprodução Instagram

Igor e seu filho, Antonio. Foto: Reprodução Instagram

Música favorita: Black, do Pearl Jam

Banda favorita: Pink Floyd

Viagem inesquecível: Quando fui para Nova York gravar o primeiro CD da banda P9

Um momento importante na sua vida: O nascimento do meu filho

Um livro: O Mundo de Sofia

Comida favorita: Japonesa

Ídolo: David Gilmour, guitarrista do Pink Floyd

Lugar que gostaria de conhecer: Itália

Quando não está cantando...: Jogando video game, estou com o meu filho, com os meus amigos, surfando

Família pra você é: São todas as pessoas que estão ao meu lado, não importa o momento. Isso é família.

Um sonho: Viver o resto da minha vida fazendo o que eu gosto, feliz, sem muita coisa. Meu sonho é ter a paz interna para sempre, ser tranquilo de mente, principalmente.

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