AGUARDE
23 março 2015

Jogo rápido com Wiggolly Dantas

Durante passagem pelo Rio de Janeiro, Guigui passou no quartel general do Woohoo e trocou uma ideia descontraída com nossa equipe

Após um início de temporada fantástico para o Brasil com a vitória expressiva de Filipe Toledo, além de Miguel Pupo e Adriano de Souza finalizando na terceira posição da etapa de Snapper Rocks, nossos guerreiros no WCT têm tudo para continuar impressionando e manter o título mundial sob nosso poder.Apesar de ter perdido precocemente ainda na terceira fase, o atual campeão do mundo, Gabriel Medina, extrapolou na rodada de abertura com o melhor somatório, o potiguar e estreante no tour, Italo Ferreira terminou em nono, superando grandes medalhões do circuito como Adrian Buchan e ninguém menos do que o mito norte-americano Kelly Slater, e o único que pareceu um pouco abaixo da média foi Jadson André. Mas com um currículo recheado de vitórias, incluindo aí a etapa brasileira do WCT em 2010, é uma questão de tempo para o potiguar entrar nos eixos e voltar a nos dar alegria.

Porém quem chamou bastante atenção e exibiu uma maturidade fora do comum para um estreante na elite do surfe mundial foi o paulista Wiggolly Dantas. Depois de incansáveis seis ou sete anos batalhando por essa vaga, o local de Itamambuca, em Ubatuba, São Paulo, finalmente se classificou e sem dúvidas essa exaustiva caminhada de anos na divisão de acesso lhe deu uma bagagem valiosa para entrar no WCT.

Ataques como esse garantiram boas notas para o paulista - Foto: WSL

Woohoo: Manobra favorita?

Wiggolly Dantas: Batida de backside

Woohoo: Uma onda

WD: Pipeline

Woohoo: Uma viagem

WD: Taiti

Woohoo: Um campeonato

WD: Pipemaster

Woohoo: Música

WD: EMICIDA

Woohoo: Livro

WD: Biografia do Anderson Silva

Woohoo: Prato favorito

WD: Comida japonesa

Woohoo: Ídolo

WD: Andy Irons e Kelly Slater

Woohoo: Lugar que gostaria de conhecer

WD: Veneza, na Itália

Woohoo: Quando não está surfando

WD: Treino Jiu-jitsu e passeio com o cachorro em Ipanema

Woohoo: Família é

WD: Tudo, a coisa mais especial que tenho na minha vida

Woohoo: Circuito WQS é

WD: Cansativo e muito bom

Woohoo: Um sonho

WD: Ser campeão mundial

Woohoo: Gabriel Medina

WD: Um amigo engraçado e muito gente boa

Woohoo: Manobras aéreas

WD: Muito boas, incríveis e iradas. Não tenho palavras

Woohoo: Ponto forte

WD: Ondas grandes e tubos

Woohoo: Ponto fraco

WD: Ondas pequenas e ter que surfar com pranchas mais grossas.

Woohoo: O que acha do claiming?

WD: Depende. Eu não sou de fazer claiming, não gosto muito. Aprendi muito com o Andy e o Bruce, que é raro eles fazerem. Tem pessoas que gostam de fazer outras não. Mas tem vezes que eu preciso de uma nota e por não fazer, talvez não ganhe a virada. E as pessoas viram e falam: “Nossa, você deveria ter comemorado”. Porque puxa a nota. Mas é raro eu fazer, porque as vezes você está em Pipeline, pega uma onda muito boa, faz o claim e na onda seguinte vem um cara como Kelly ou John John, por exemplo e pega um tubo bem melhor do que o seu e não faz o claim. Isso deixa as pessoas confusas. Mas é uma coisa que vem da pessoa, e eu não gosto de fazer. Mas uma vez ou outra eu faço.

Woohoo: Melhor surfista de Pipeline

WD: Jamie O’Brien

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