AGUARDE
30 junho 2016

Mick Fanning volta a etapa de J-Bay um ano após incidente com tubarão

O australiano confirmou presença na sexta etapa do Tour e já pegou sua primeira onda no local

Um ano após seu incidente com o tubarão na grande final do J-Bay Open, Mick Fanning voltou ao mar de Jeffreys Bay, na África do Sul, para surfar e se libertar de qualquer fantasma que a assustadora lembrança possa evocar. O australiano, que anunciou seu afastamento do Tour durante essa temporada, confirmou sua presença no evento que se aproxima e falou sobre esse tempo que tirou para cuidar de si após um 2015 conturbado.

Mick ainda desnorteado logo após o incidente. (Imagem: WSL)

Mick ainda desnorteado logo após o incidente. (Imagem: WSL)

Se o mundo do surfe tinha alguma dúvida sobre um possível trauma de Mick Fanning com Jeffreys Bay, a resposta foi dada nessa última semana. Mesmo afastado do Tour para aproveitar um ano sabático sem o cronograma pesado das competições, o tricampeão mundial já chegou na África do Sul e teve seu primeiro encontro com o mar divulgado por um vídeo de seu patrocinador principal.

Jeffreys Bay é um lugar muito especial para mim. Mesmo se eu não voltasse para competir o evento, eu voltaria com certeza para surfar.

Primeira onda de Mick em J-Bay. (Imagem: divulgação)

Medidas para 2016

O surfista não mostrou se preocupar com as medidas adotadas pela WSL para a etapa desse ano. Pelo contrário, afirmou que eles fizeram um bom trabalho no ano passado e continuam se esforçando para manter a segurança dos competidores nos eventos que aconteceram desde então. Mick declara que não tem muito jeito, mesmo com todos os equipamentos de segurança, mesmo se ele estivesse em uma jaula dentro d'água, ainda assim correria risco, afinal é o oceano.

Você deve pensar positivamente e esperar que nada te aconteça.

 

Antes de voltar a surfar em J-Bay. (Imagem: divulgação)

Retorno ao Tour em 2017

Para os fãs do surfe do australiano, as dúvidas ficam no ar quando o assunto é sobre sua volta ao Tour no próximo ano. De fato, Mick está vivendo um ano atípico para um competidor, mas quase invejável para qualquer um deles: aproveitando o tempo livre para conhecer novos lugares e curtindo não ter um cronograma de verdade. Sem contar sua participação nos eventos da WSL que escolhe competir, já que a vaga entre os melhores do mundo ainda é dele. Quando questionado sobre a falta que faz a competição, ele disse não sentir muito e ainda completa dizendo que não está dando muito atenção a isso.

Você me pergunta o que vai acontecer em 2017? Eu não posso te dizer. Eu não sei nem o que vai acontecer no próximo mês.

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