AGUARDE
19 março 2015

O embrião da tempestade brasileira no WCT

Em 1999, três dos nossos integraram as semifinais do WCT de Huntington, nos Estados Unidos, mas na ocasião a final foi 100% verde e amarela.

O sucesso dos nossos surfistas no WCT, de 2011 pra cá, ganhou o ganhou status de fenômeno e passou a ser chamado de Brazilian Storm, em português, a tempestade brasileira... e de fato eles surgiram como um temporal e mudaram a visão que a mídia e os amantes do esportes tinham em relação aos competidores brasileiros. A presença de Adriano de Souza, Filipe Toledo e Miguel Pupo entre os quatro finalistas do WCT da costa dourada australiana é o reflexo de uma evolução que já acontece há décadas.

E nessa trajetória, um dos momentos mais marcantes aconteceu em 1999 quando outros três brasileiros realizaram um feito inacreditável para a época, na etapa do WCT em Huntington, na Califórnia. Victor Ribas, Neco Padaratz e Fabio Gouveia dominaram as fases decisivas do evento e o havaiano Sunny Garcia foi o único intruso da festa nas semifinais. A bateria decisiva entre Neco e Fabinho em ondas pequenas de meio metro entrou pra história. Vale lembrar que Neco terminou no topo e o nosso companheiro de Woohoo finalizou em segundo.

Diversas histórias acontecem nos bastidores das competições de surfe. Durante um dia de surfe na Califórnia ao lado de Matheus e Filipe Toledo, o catarinense Neco Padaratz lembrou um fato inusitado que aconteceu nesse evento em 1999. Confira o vídeo abaixo:

Os tempos são outros e o fato é que hoje os surfistas brasileiros tem mais estrutura do que antigamente e são donos de surfe progressivo jamais visto. Decisões como a prova de Huntington em 1999 e a da costa dourada australiana no início desse mês podem se tornar rotineiras daqui pra frente.

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