AGUARDE
28 março 2017

Pipeline recebe QS feminino e mundial Pro Junior

Frankie Harrer e Barron Mamiya levam a melhor no tradicional pico de surfe

O Wahine Pipe Pro chegou ao fim esse fim de semana e reuniu as surfistas do circuito de qualificação em uma das ondas mais respeitadas da meca mundial do surfe: o pico de Pipeline, no Havaí. Apesar de somar somente mil pontos para o ranking que dá acesso à elite da WSL, o evento é uma boa chance dessas competidores desfrutarem dos tubos de Pipe sem nenhum crowd. 

O nome mais forte do campeonato era o de Bethany Hamilton, que recebeu o convite para participar da etapa, mas não conseguiu avançar na competição depois da primeira fase. Quem levou a melhor foi Frankie Harrer, que fez uma bela campanha para levantar o troféu na grande final. Na bateria das quartas, Frankie se destacou com um somatório de 17,55 pontos, sendo 9,25 de um tubo que pegou. A segunda colocação ficou para a surfista da polinésia francesa Vahine Fierro.


Competidoras da grande final do QS 1000 de Pipe. (Imagem: WSL)

Competidoras consistentes do circuito de qualificação, Mahina Maeda e Brisa Hennessy completaram o pódio. As havaianas também fizeram ótimas pontuações durante a competição e Hennessy venceu a bateria que eliminou Bethany Hamilton ainda na primeira rodada.

Junto do evento feminino, os homens do mundial Pro Junior também aproveitaram o famoso pico do Havaí. O local Barron Mamiya foi quem garantiu a vitória, acompanhado de três compatriotas na final. Eli Hanneman, Cody Young e Finn McGill, que foi o vencedor da triagem do Pipe Masters de 2016. Finn já pode ser considerado uma promessa de Pipeline. Apesar da terceira colocação, o jovem surfista arrancou uma nota dez no embate decisivo do campeonato.

 

 

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